terça-feira, 22 de julho de 2014

André cita Lúdio e nega dinheiro, mas diz que dará 'prestígio' como apoio a candidatos


O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), recorreu a Lúdio Coelho, nesta terça-feira (22), para justificar como apoiará candidatos da coligação de seu partido a deputado federal ou estadual.
“Vou fazer como Lúdio fazia: não dava dinheiro, colocava o chapéu e tirava a foto do lado. Dava o prestígio dele como apoio”, explicou Puccinelli, citando o ex-prefeito de Campo Grande e ex-senador... continue lendo no Midiamax.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Delcídio venceria no segundo turno contra Nelsinho ou Reinaldo, aponta DATAmax


Delcídio do Amaral (PT) vence Nelsinho Trad (PMDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB) nos cenários de eventual segundo turno entre os três candidatos melhor colocados nas pesquisas de intenção de votos para governador de MS. No confronto direto entre Nelsinho e Reinaldo, o tucano se sai melhor.
Os dados são da pesquisa DATAmax realizada entre 2 e 9 de julho, com 1.500 entrevistados nas 15 maiores cidades de Mato Grosso do Sul, representando 65,56% do eleitorado sul-mato-grossense. O levantamento tem registro no TRE-MS (00020/2014) e apresenta margem de erro de 2,5%, com grau de confiança de 95%. DETALHES no Midiamax.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pesquisa DATAmax aponta pouca variação: Delcídio e Reinaldo sobem, Nelsinho desce

A segunda pesquisa de intenções de voto feita pelo DATAmax para o governo de Mato Grosso do Sul revelou pouca variação no cenário. Com relação ao primeiro levantamento, Delcídio e Reinaldo subiram 1,2 e 0,4 pontos percentuais, respectivamente. Enquanto isso, Nelsinho baixou 3,3 pontos percentuais. Veja a pesquisa e seus detalhes no Midiamax.

Bernal perde prazo para entrega de recurso no TJMS e juiz nega mandado contra cassação

Para o juiz titular da vara, Nélio Stábile, “a ação deve ser indeferida de plano, por estar fulminada pela decadência e ante a preclusão das alegações”. Conforme explica, o prazo para protocolar a ação venceu no dia 11 de julho de 2014, no entanto a ação foi ajuizada somente no dia 12 de julho. LEIA MAIS no Midiamax.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Máfia do Câncer é denunciada por improbidade e danos de R$ 102 mi

O Ministério Público entrou com ação civil de improbidade administrativa contra seis pessoas relacionadas ao Hospital do Câncer Alfredo Abrão, alvo da operação Sangue Frio em março do ano passado. A investigação da PF (Polícia Federal) revelou o esquema da Máfia do Câncer em Campo Grande, que priorizou o setor privado com desmonte da rede pública. O objetivo é reaver R$ 102 milhões.
No mês passado, a Justiça Federal decretou o sequestro de veículos, imóveis e dinheiro de Adalberto, Betina, Issamir e Blener. O MPF requereu o bloqueio de R$ 102,7 milhões, sendo R$ 51,3 milhões de dano moral coletivo, R$ 35,7 milhões de multa civil e R$ 15,5 milhões de prejuízo aos cofres públicos, principalmente, do SUS (Sistema Único de Saúde).

LEIA MAIS no Campo Grande News.

Homens brigam por envio de fotos íntimas para mulher casada e param trânsito na Capital


A briga entre o rapaz e o marido, que trabalha em um frigorífico e tem 30 anos, aconteceu na rua. O tráfego de veículos chegou a ficar prejudicado, pois alguns moradores e populares tentaram apaziguar a situação. A agressão causou um tumulto na região.
De acordo com informações do marido, há três dias o rapaz tem mandando mensagens eróticas para sua mulher, dentre elas, cantadas e fotos pornográficas dele. Com isso, a mulher contou ao marido o que estava acontecendo.LEIA MAIS noMidiamax.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Com déficit de R$ 200 mil mensal, Nosso Lar pede apoio do município para não fechar


Com um déficit mensal de R$ 200 mil,  Hospital Nossa Lar , referência no atendimento psiquiátrico em Mato Grosso do Sul está  na iminência de encerrar suas atividades  em função da crise financeira. O prefeito Gilmar Olarte se reuniu com a diretoria da entidade que veio pedir apoio do município, com o restabelecimento da parceria  que existia até 2012 e foi  interrompida em 2013 pela gestão passada. Nesta parceria, a Secretaria Municipal de Saúde  cedia os profissionais para atuar nos plantões, que hoje estão sendo bancados pela instituição ao custo mensal de R$ 18 mil.


O  Nosso Lar  recebe pacientes de todo o Estado de Mato Grosso do Sul. Conta com e 220 leitos, sendo 160 disponibilizados para o Sistema Único de Saúde – SUS. A diretora da entidade, Angela Barsante Moreno fez um relatou da situação em que se encontra hoje o hospital e lamentou o risco de fechar a unidade, caso não haja alternativa para equilibrar o déficit financeiro que atinge R$ 150 mil/mês. “Após a redução significativa de leitos do Hospital Regional e da Santa Casa, a única alternativa para a população que depende do sistema público de saúde é o Hospital Nosso Lar. A crise que a unidade enfrenta começou há anos, mas tornou-se ainda mais grave no começo do ano passado, quando o Município interrompeu o repasse que era feito por meio de convênio”, explicou.

“No ano passado o Município informou que não teria condições de seguir com a parceria e então o governo do Estado deu um incremento de R$ 50 mil mensais, que até fevereiro deste ano nos permitiu receber os pacientes”, relatou Angela.

Olarte assegurou apoio do Município para garantir o atendimento no Hospital e propôs uma aproximação da Prefeitura, Estado e a mantenedora da entidade – Centro Espírita Discípulos de Jesus, para que juntos possam buscar alternativas não apenas para melhorar o atendimento, mas também ampliar sua capacidade, já que hoje o déficit na área de psiquiatria no Estado atinge 200 leitos. “Eu conheço bem a realidade do Hospital Nosso Lar e sei das dificuldades que aqueles corajosos profissionais enfrentam para manter a unidade aberta. Diferente dos hospitais gerais que hoje recebem uma diária de R$ 300 em média por paciente, o Hospital Nosso Lar sobrevive desde 2009 com o repasse de R$ 43 por diária, o que não cobre os gastos com o paciente. Minha equipe tem muito a contribuir se as partes envolvidas demonstrarem interesse em ampliar as possibilidades de atendimento da unidade e, com isso, conseguirmos aumentar esse teto via SUS, quem sabe até equiparando com os demais hospitais”, sugeriu o prefeito.

Inaugurado em 1966, o Hospital Nosso Lar, que funciona na Vila Planalto, se mantém com verbas repassadas via SUS, que corresponde a 50% e a diferença vem por meio dos convênios médicos e também de doações espontâneas da sociedade. Além do atendimento a pacientes portadores de transtornos mentais crônicos e agudos, o hospital recebe dependentes químicos e alcoolistas.
A reunião, que aconteceu no gabinete do prefeito Gilmar Olarte, no Paço Municipal, teve a participação do secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, Antônio Lastória.